Engenharia clínica

Controle total dos ativos de saúde.

A mesa de operação do plantão: parque etiquetado, chamado, ordem de serviço com três assinaturas e estoque de peças. Um fluxo só — o que o hospital vive toda semana.

Ciclo ao vivo 03 · Assinar
Em execução

OS-1042 · assinaturas

Monitor multiparamétrico

Técnico, setor e engenharia na mesma ficha

Documento
Ficha A4
Envio
E-mail
Logo
Instituição
Arquivo
Auditoria
R. LimaTécnico M. SouzaSetor A. CostaEngenharia
04 Passos, do ativo etiquetado à peça com saldo
03 Assinaturas na mesma ficha: técnico, setor, engenharia
A4 Documento oficial com a logo da instituição
01 Saldo real, atualizado pela saída — sem número digitado à mão

O problema

O ativo some quando cada parte vive num lugar.

Inventário em planilha, OS em PDF solto e peça que sai do almoxarifado sem vínculo com o serviço. A coordenação perde o parque, a auditoria fica frágil e o plantão repete o mesmo trabalho.

No plantão de hoje

  • Inventário em planilha, desencontrado do turno
  • OS em papel ou PDF, sem assinatura de quem recebeu
  • Peça que sai e não aparece no serviço
  • Preventiva e calibração fora do radar da corretiva

Na mesa do Autivos

  • Parque cadastrado, com etiqueta de tombo e QR
  • Ficha A4 com a logo da instituição e três assinaturas
  • Saída de peça que move o saldo de verdade
  • Chamado, OS e ativo no mesmo histórico

O ciclo

Um fluxo só, do ativo à peça.

A operação diária da engenharia clínica. O que a banca pode abrir no sistema, agora.

  1. 01

    Etiquetar

    Cadastre o equipamento e gere a etiqueta de tombo com QR.

  2. 02

    Abrir

    Chamado ou ordem de serviço: corretiva, preventiva ou calibração, ligada ao ativo.

  3. 03

    Assinar

    Técnico, setor e engenharia assinam na tela. A ficha imprime e segue por e-mail.

  4. 04

    Baixar a peça

    Entrada e saída movimentam o saldo. O estoque deixa de ser um número digitado à mão.

No ar

O que o plantão já opera.

Núcleo em produção. O dado confiável nasce aqui — antes de qualquer indicador.

Equipamentos

Parque cadastrado, com etiqueta de tombo e QR para achar o ativo.

Ordens de serviço

Corretiva, preventiva e calibração. Impressão A4 com a logo da instituição.

Chamados

Ocorrência aberta no equipamento, antes ou junto da ordem de serviço.

Estoque de peças

Itens, armazenagens, locais, movimentos e saldo real.

Instituição

CNPJ, endereço e logo usados no documento oficial.

Usuários

Acesso por perfil, com permissão de visualizar, criar, editar e excluir por módulo.

Público

Para quem opera o parque.

Hospitais e redes com engenharia clínica própria. Clínicas e laboratórios com equipamento crítico.

  • CoordenaçãoUm fluxo: ativo, ocorrência, OS e assinatura.
  • TécnicoAbre a OS, imprime, assina na tela e envia por e-mail.
  • QualidadeDocumento com logo institucional e três assinaturas.
  • AlmoxarifadoSaldo que muda com a entrada e a saída.

Hospital Med 2026

R$ 200 mil para acelerar o que o plantão já usa.

Disputamos este capital porque o ciclo da semana já está no produto. O investimento encurta o caminho até o hospital — sem transformar slide em promessa.

01

Piloto no hospital

Levar etiqueta, chamado, OS assinada e saldo de peças para a engenharia clínica que ainda opera em planilha.

02

Indicador sobre dado limpo

A camada analítica entra depois, em cima da OS de verdade. BI, contratos e financeiro ficam fora desta versão.

03

A mesa certa

Chegar na coordenação, na qualidade e no almoxarifado — quem sente a dor no turno, não num ERP genérico.

Se a engenharia clínica precisa de um lugar só para ver o parque, fechar a OS com assinatura e saber se tem peça — isso é Autivos.

O ciclo da semana já está no produto.

Ativo, ordem de serviço, assinatura e peça — no mesmo lugar. Aberto para a banca ver.